Pauta Econômica1/2/2010

Mais um ano de crescimento!

* Por Nello Ferrentini, professor de economia da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica

 

O negativismo sempre existiu no Brasil. Enquanto nações de todo o mundo se mostravam lutadoras e, grande parte, revelando impactos positivos, nosso País teve sempre que lutar contra a onda derrotista.

A qualquer movimento de tentativa de crescer aparecia na tela mundial o perigo de avançar rumo à expansão e as alegações de que não possuíamos melhor capacidade, detínhamos milhares de brasileiros analfabetos e a pobreza estavam generalizadas. A inflação jamais seria banida de nosso território. A fome se espraia por todos os lados e nossos dirigentes não conseguiriam – jamais – vencer ou encostar nas fortes moedas vigentes.

Qualquer tentativa de valorização do dinheiro nacional significava um “crime” de lesa-pátria. O nosso dinheiro deveria ser fraco para que pudéssemos vender nossas mercadorias lá fora. O dinheiro forte seria a insensatez dos governos reinantes. Os países “fortes” podiam ter dinheiro forte a mandar no mundo.

Se nosso dinheiro ousasse tal “sacrilégio” iríamos chafurdar em maior pobreza e maiores dificuldades.

Mas o tempo é o “senhor da razão”. Crescemos, temos uma moeda melhor e avançamos na evolução. E, assim, se processaram e diminuíram os derrotistas do Brasil.

O aumento de estudiosos e estudantes revelou e revela a grandeza deste País. Que calem a boca os eternos derrotistas!

 

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A esperança de união começa a aparecer

A ajuda dos países ao Haiti cria a luz da irmandade. Em vez de guerras torpes os seres humanos se unem sem perguntar a quem irão ajudar. Em vez de guerra, união!

Ainda não conseguimos totalidade, mas caminhamos para ela a passos largos. Tal acontecimento deve servir de lição aos que amam as guerras!

Os seres humanos ficam boquiabertos ao ver as televisões e os demais veículos de informação apresentar incríveis quadros de sofrimento dos que já se foram e dos que sobraram no Haiti. É horrendo!

Esquecem que as guerras pelo poder já causaram estragos maiores. E ainda se mostram sem nenhuma razão mais forte!