Pauta Econômica1/1/2012

Bradesco X Itaú. Aqui a crise passou longe

Bradesco, o segundo maior banco privado do país em termos de ativo reverte o placar do jogo

 Bradesco x Itaú. Aqui a crise passou longe!

 Segundo maior banco privado do Brasil em termos de ativos reverte o placar do jogo ao marcar presença nos locais mais distantes desta nação de dimensões continentais

 Depois de assistir de camarote a criação do maior banco privado do Brasil, a partir da fusão entre o Itaú e o Unibanco, o Bradesco decidiu seguir um novo caminho rumo à liderança de mercado.

Com 68 anos de história, o banco criado na cidade de Marília (SP), pelo empreendedor Amador Aguiar, cresceu e se modernizou através de fusões e aquisições de outros bancos, como o Banco de Crédito Nacional – BCN – e a Finasa, tradicional marca do Banco Mercantil de São Paulo.

Mas este ano, ao invés de realizar novas fusões e aquisições, o “Bancompleto” mudou seu slogan para “Presença” e passou a investir na abertura de novos pontos de contato com os consumidores. Assim, nos últimos seis meses, o Bradesco inaugurou 1.003 agências bancárias e se tornou o principal banco em número de postos de atendimento no país. Com 5.932 unidades, sendo 4.607 agências e 1.325 postos de atendimento bancários (PABs), hoje ele já supera o Itaú quando o assunto é “presença”. Isso porque o principal concorrente do Bradesco conta atualmente com 4.943 pontos, dos quais 4.005 são agências e 943 representam postos de atendimento bancário.

Mas como nada é de graça, principalmente no setor bancário, para superar a concorrência, o Bradesco precisou investir R$ 890 milhões no processo de abertura e modernização de suas agências.

Disposto a conquistar a confiança de todos os “desbancarizados” do Brasil, o banco que procura estar sempre perto de você possui ainda 2.256 postos de atendimento avançado, representados por pequenas agências localizadas em cidades que não contam com outros bancos.

Tanto investimento faz do Bradesco a marca mais valiosa do Brasil, pelo sexto ano consecutivo, de acordo com a Brand Finance/Superbrands.

Neste levantamento, a marca Bradesco foi avaliada em R$ 31,2 bilhões, seguida pelo Itaú (R$ 27,7 bilhões), Banco do Brasil (R$ 15,9 bilhões), Petrobras (R$ 14,4 bilhões), Vivo (R$ 8,6 bilhões), Oi (R$ 8 bilhões), Santander (R$ 7,6 bilhões), Walmart (R$ 7,5 bilhões), Casas Bahia (R$ 7,4 bilhões) e Caixa Econômica Federal (R$ 7,1 bilhões).

Enquanto a Europa afunda em um mar de dívidas, o Brasil vê crescer os investimentos no mercado interno e, consequentemente, o valor de suas marcas. Segundo a pesquisa da Brand Finance/Superbrands, a soma do valor das 130 maiores marcas presentes no Brasil aumentou 16,4% em 2011 em comparação a 2010, saindo de R$ 275,1 bilhões para R$ 320,4 bilhões. Já o valor das marcas mais fortes do país evoluiu acima do Produto Interno Bruto do período, que foi de 7,5%, em 2010, e deve ficar em 3,5%, em 2011.

 Marcas mais valiosas do Brasil

1 – Bradesco – R$ 31,2 bilhões

2 – Itaú – R$ 27,7 bilhões

3 – Banco do Brasil – R$ 15,9 bilhões

4 – Petrobras – R$ 14,4 bilhões

5 – Vivo – R$ 8,6 bilhões

6 – Oi – R$ 8 bilhões

7 – Santander – R$ 7,6 bilhões

8 – Walmart – R$ 7,5 bilhões

9 – Casas Bahia – R$ 7,4 bilhões

10 – Caixa Econômica Federal – R$ 7,1 bilhões

Fonte: Brand Finance/Superbrands

 

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